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sábado, 21 de setembro de 2013

As melhores e piores profissões do Brasil, segundo o site Aduzna

           
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             O site de busca por empregos Aduzna, recentemente realizou uma pesquisa nacional, onde foram analisados mais de duas mil profissões, com o objetivo de descobrir os melhores empregos e também os piores oferecidos no Brasil. Também como os mais estressantes e promissores.

             Critérios como salário, competitividade, demanda, potencial financeiro e outros foram utilizados para quantificar as posições do estudo.

             Listados atualmente entre os melhores empregos e oportunidades encontradas no Brasil, estão, engenheiros, cirurgiões e os profissionais de TI. Enquanto os piores são os motoristas de ônibus e entregadores.

            Constando no topo da lista, os três vencedores conquistaram o pódio por possuírem maiores faixas salariais, chegando algumas a ultrapassar R$ 60 mil ao mês, carreiras promissoras e ambientes de trabalho bastante seguro.

            Entre os piores e mais estressantes empregos, com prazos apertados, grandes jornadas de trabalho, baixo potencial de aumento de salário, constam nessa lista os jornalistas, empregadas domésticas e operadoras de telemarketing.

            Os profissionais menos estressados do Brasil, são os do setor de TI, especificamente os desenvolvedores web, isso tudo por conta que o mercado possui poucos profissionais aptos e conta com salários bastante promissores.

            No aspecto pouco estressante, a pesquisa mostra também os bibliotecários, as recepcionistas, as secretárias e os tradutores. No grupo dos mais promissores de 2014, estão os profissionais de TI e os engenheiros mecânicos, graças ao constante desenvolvimento que passa o Brasil, nessas áreas.



            Esse estudo nos mostra uma ótima opção na hora de escolher uma carreira para seguir, sem contar também que o importante é estar sempre de bem consigo mesmo, feliz e coeso nas escolhas.  

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Remy, para substituir protocolo TCP

           
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             Pesquisadores do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), trabalham no desenvolvimento de uma nova tecnologia de controle de tráfego de dados para substituir o protocolo TCP, com potencial para tornar a internet de duas as três vezes mais rápida.
             Batizada de Remy, a nova tecnologia substitui o sistema atual, que é baseado em atualizações humanas, por um cálculo computacional.
             Tudo funciona com dados da rede, como número de usuários conectados, quantidade de informações sendo transmitidas, a banda necessária e etc. Em seguida, o sistema testa em sucessão uma série de algorítimos para achar qual é o melhor para cada situação específica.
             Os desenvolvedores do projeto, tendem que tudo seja feito de forma mais rápida e com menos falhas, comparado com a interação humana, que é bem mais lenta e suscetível a erros. Por mais que o Remy demore para chegar ao resultado esperado, já em testes, o sistema otimizou uma rede em 12 horas, ainda sendo uma solução mais rápida e eficaz do que uma analise manual e as atualizações feitas por um engenheiro de verdade.
             O projeto caminha em estágios iniciais de estudo no interior do laboratório do MIT. Ainda aguardando para testes e outros protocolos, ou seja, não existem previsões para sua aplicação comercialmente e nem quando pode chegar ao usuário.


             Novas tecnologias, os engenheiros não param para nos oferecer uma qualidade melhor de vida. Principalmente uma rede mais eficaz e principalmente mais rápida para um acesso mais preciso.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Adolescente cria lanterna alimentada pelo calor das mãos

       
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            A garota Ann Makosinski  de apenas 15 anos, estudante da St. Michaels University School, que mora na cidade de Vitória, a menina ganhou a atenção de muitas pessoas no mundo inteiro ao desenvolver uma lanterna que usa o calor das mãos para gerar a energia necessária para acender as luzes de LED.
           O projeto da garota foi desenvolvido para concorrer ao Google Science Fair, concurso promovido pela gigante de Mountain View com o objetivo de incentivar e premiar as melhores inovações pensadas por estudantes de várias faixas etárias.
           Em entrevista para a emissora CBC, ela está animada para apresentar seu projeto, que é um dos 15 finalistas. Ela contou que tem participado do concurso nos últimos quatro anos, sempre com projetos voltados para novas tecnologias, relacionados a formas de energia alternativa.
           De acordo com a adolescente, ela teve a ideia de capturar o calor humano, como forma de energia, após ter aprendido sobre as pastilhas termoelétricas Peltier, as quais são capazes de produzir eletricidade quando aquecidas de um lado e resfriadas do outro.
           Em setembro Ann vai até Mountain View, Califórnia, sede do Google, para acompanhar a cerimônia de premiação. O dono do melhor projeto ganhará US$ 50 mil, por volta de R$ 110 mil, para investir em seus estudos e uma viagem para as ilhas Galápagos.
        

           Incentivo a criatividade estudantil, deveria ser obrigação de todas as empresas, palmas para o Google que investe neste quesito.