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domingo, 22 de setembro de 2013

Tablet da Nokia, Lumia 2520, lançamento para o mercado

           
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             Novidade do mercado de tablet é o Lumia 2520 da Nokia, que entra de vez neste tão disputado seguimento de dispositivos.

             De acordo com especulações, já tem até data marcada para seu lançamento, já que o mesmo apareceu recentemente no site da Bluetooth SIG e também no GFXBench. A data para sua estréia no mercado está prevista para o dia 22 de outubro, em conjunto com o phablet Lumia 1520, em um evento para a imprensa.

             O novo aparelho deverá ser equipado com uma tela de 10,1 polegadas, com resolução Full HD (1920x1080), 2 GB de memória RAM, 32 GB de armazenamento e processador quad-core Qualcomm Snapdragon 800. Com aparência bastante similar a linha Lumia.

             Vem também com uma câmera principal de 6,7 MP com lentes Carl Zeiss e frontal de 2 MP, entrada USB, teclado destacável, Wi-Fi e micro HDMI. De acordo com o The Verge, o dispositivo deverá ser mais fino que o iPad. O Sirius deverá rodar o Windows 8 RT.

            O aparelho terá o preço estimado em US$ 499.


            A Nokia, que já não é mais a Nokia e sim Microsoft, investindo também em outros seguimentos do mercado, importante manobra para abocanhar esse nicho, as vezes até tarde demais por parte dos diretores da mesma, mas antes tarde do que nunca, é esperar para ver as novidades e o rumo desse emaranhado de surpresas.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Possível imagem do phablet Nokia Lumia 1512

           
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             O aparelho que ainda não foi revelado oficialmente, aposta na entrada da Nokia ao mercado de phablets, previsto ainda para este ano.

             Com design parecido com os da linha Lumia, o phablet 1512 parece não fugir do que vem esperando os consumidores. Equipado com Windows Phone 8, ou seja, é o primeiro grande phablet com o sistema operacional da Microsoft ao chegar no mercado.

             Há possibilidades que o novo aparelho também chegue com o processador Qualcomm Snapdragon quad-core, o modelo ainda não foi divulgado, mas as possibilidades são grandes de ser um Snapdragon 800, com 2 GB de memória RAM.

             Até o momento a data de lançamento ainda não foi divulgada oficialmente, para o lançamento do aparelho.


             Ao redigir essa matéria, convenhamos salientar que nessa data a Nokia já faz parte da Microsoft, como é um aparelho equipado com Windows Phone, podemos salientar que podemos esperar até mais para o seu lançamento. Microsoft pedindo passagem para sua fatia desse promissor mercado.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Microsoft compra a Nokia

           
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             A Microsoft abalou recentemente o mundo da tecnologia, surpreendendo com o anúncio da aquisição da divisão de smartphones e celulares da Nokia, nesta semana.

             A empresa de Bill Gates, desembolsou cerca de US$ 7,2 bilhões na compra da empresa finlandesa, na verdade essa possibilidade já deveria ter ocorrido, mas o mais inesperado é o momento da compra, que para muitos especialistas, bastante inusitada.

             Mas ao contrário do que muitos pensam, a Microsoft acertou em sua estratégia de negócio, pois a partir deste ano, precisamente no início, a Nokia começou a registrar resultados positivos, após um longo período de perdas. No último trimestre fiscal de 2012, fechado em janeiro deste ano, a empresa registrou lucro de US$ 585 milhões, mas com uma receita de mais de US$ 10 bilhões.

             A diferença entre receita e lucro se deve a dívidas acumuladas nos períodos anteriores pela Nokia.

             Com receita crescente, a divisão comprada pela Microsoft deve integrar os resultados fiscais da mesma no próximo ano e em pouco tempo o investimento bilionário para a compra deve ser compensado.

             Para se ter uma perspectiva do que a Microsoft tem nas mãos, basta analisar o capital físico, intelectual e pessoal, herdado da Nokia. A Microsoft já tinha pelo mundo mais de 99 mil colaboradores, que agora serão incorporados 32 mil funcionários da Nokia. Com outros 56 mil empregados da empresa finlandesa, que continuaram trabalhando de forma dedicada à fabrica de celulares.

             Em relação a propriedade intelectual, podemos salientar que o catálogo da Nokia representou uma grande fatia do negócio. Do total de US$ 7,2 bilhões da transação, US$ 2,2 bilhões representam patentes vendidas para a Microsoft. No total, entraram nessa conta mais de 38,5 mil patentes, sendo 30 mil já registradas e o restante em desenvolvimento ou aguardando registro.
           


             A Microsoft investindo balisticamente para assegurar uma fatia lucrativa desse mercado, incluindo em seu portfólio a Nokia, já veterana nesse seguimento. Nem precisa especular tanto, pois com certeza, vem novos projetos por aí. Uma compra já programada ao longo do tempo e com escolha certeira. A Nokia já não é mas a mesma.
           
         

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Nokia a reconquista do mercado

             O mercado de smartphones está cada vez mais competitivo e acirrado, no topo da lista dos mais vendidos estão Apple e Samsung, dominando todo o mercado sem muitas manobras, mais a ascensão delas mudou completamente os planos e metas de outras empresas.
           
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             Uma das principais vítimas dessa ascensão é uma das empresas de maior prestígio em se tratando de aparelhos para telefonia celular, a Nokia. Muitos fãs e consumidores ainda apostam nos produtos da mesma, mas os especialistas de mercado deixam bem claro que a empresa não vai bem ultimamente.

             Já existem até companhias interessadas em certos setores da Nokia, o de hardware, mas de acordo com a empresa finlandesa, ela pode se sustentar por um bom período.

             Em 2013 parecia bastante promissor para a empresa, que apostou todas as fichas no Windows Phone 8, com esta estratégia a Nokia teve uma queda nos primeiros três meses deste ano, chegando a 20% nas vendas. Neste período, o total de prejuízo foi de 272 milhões de euros, sendo que este número pode ser considerado pela Nokia como uma vitória, pois ela conseguiu reduzir a margem de prejuízo em relação ao mesmo período do ano passado, que chegou a 928 milhões de euros, um rombo drástico para uma empresa deste nível.

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            A receita da Nokia vem caindo, de 7,4 bilhões de euros foi reduzida para 5,8 bilhões, perdas colossais, se considerarmos as vendas de um período maior de tempo, nem precisa ser especialista para ver que a empresa está indo de mal a pior.

            No início de 2013, as vendas da linha Lumia foram satisfatórias, mas por outro lado a empresa teve uma queda de 30% no total de vendas de celulares.

            Analistas de mercado, não viram crescimento da companhia no mercado, mas ressaltam que a mesma se estabilizou e ainda continua sendo a número dois, isto já é um ótimo recomeço.

            A Nokia vem de reviravoltas, altos e baixos em sua história, durante muitos anos a empresa conseguiu atrair os consumidores para o Symbian, sendo a campeã de vendas. Contudo com a chegada do iOS e do Android a mesma se viu ameaçada no mercado, sendo obrigada a optar por uma parceria. O Windows Phone!

            Nessa nova estratégia de mercado a Nokia não queria ser mais uma empresa a produzir dispositivos com Android, caindo de cabeça na proposta da Microsoft, aposta errônea por parte dos executivos da mesma, ficando isolada e bastante restrita.

             Em declaração, Tom Farrell, vice-presidente da Nokia na Ásia, ressaltou que a estratégia da companhia é se diferenciar com sua linha Lumia e continuar investindo em imagem e  navegação, que são recursos bem desenvolvidos e únicos da fabricante. Isto tudo com a aplicação do Windows Phone 8.

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             Os progressos a partir do lançamento dos celulares Lumia com Windows 8, já estão colhendo bons resultados a cada trimestre e a Nokia por enquanto não vê possibilidade para migrar  para o Android, que seria pura especulação.

             A Nokia é reconhecida por investir pesado em inovações, priorizando sempre esta questão. Sempre buscando formas de se diferenciar das concorrentes. CEO da Nokia, Stephen Elop, afirmou que a empresa está neste caminho e vai continuar trazendo inovações ao mercado para enfrentar os desafios.



             Aposta conflitante para uma empresa deste porte, que pode levá-la para a quebradeira, mas como os próprios executivos insistem em dizer, virão inovações por aí, mas que deviam produzir aparelhos com as duas plataformas, deveriam, isto sim é óbvio demais.
             
           
               

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Symbiam ou Android, eis a questão para a sobrevivência da Nokia

         
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             De acordo com analistas, desde que a Nokia tomou a decisão de investir pesado em seu próprio sistema, o Symbian, ela deveria ter feito o inverso e seguido o caminho de suas concorrentes, adotando o Android como modelo operacional. Mesmo depois de ter adotado o Windows Phone, a empresa finlandesa novamente errou em sua política interna, havendo novamente críticas a respeito de sua escolha.
            Analistas sugerem que  a Nokia, mude o seu modelo de negócios para se adaptar ao sistema operacional Android. Para muitos analistas de mercado, para a Nokia é uma questão de sobrevivência ou morte da empresa. A mais nova empresa a sugerir isto é a Bernstein Research. De acordo com os analistas a empresa da Finlândia precisa fazer isto antes que seja tarde demais.
            A Nokia enfrenta dois complicados desafios: o progresso lento do Windows Phone, já esperado pelo mercado e também a redução dos mercados de feature-phones, aparelhos de preços medianos e sistemas próprios, que está sendo totalmente dominado por Androids. Isto de acordo com a Bernstein.
            Para a Nokia é uma questão de sobrevivência.

            O mercado oscila e as vezes decisões levam empresas para o fundo do abismo, mas continuar indo ao contrário do vento, com certeza é suicídio, será  que os investidores e diretores da Nokia não estão vendo para onde a empresa está indo. Uma ótima decisão seria adotar a ambos os sistemas e ver qual iria corresponder melhor aos anseios de mercado.