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domingo, 2 de março de 2014

TIMB, mensageiro instantâneo, a prova de espionagem

           
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             Desenvolvedores do navegador Tor, estão com um projeto em fase avançada e em breve vão lançar um mensageiro instantâneo que trabalha com o anonimato tão eficiente quanto o browser.

             Voltado para a segurança na navegação em troca de mensagens, já que palavras "espionagem"e "rastreio" andam conjuntas com tecnologia. Devido as denúncias de que a NSA (Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos), estariam rastreando dados do mundo todo, com isso a maioria das pessoas passaram a se preocupar mais com segurança dos próprios dados e com o sigilo das informações trocadas na rede.

            Trata-se do TIMB (Tor Instant Message Bundle), que criptografa as mensagens enviadas por meio das redes Tor e faz uso dos servidores Proxy disponíveis para esconder a identidade das pessoas que estão utilizando o sistema. O cliente para troca dessas mensagens será criado com base no serviço Instantbird, um serviço de código aberto que permite alterações sem limitação.

            De acordo com o raodmap do Tor, os desenvolvedores esperam colocar a versão de testes à disposição dos usuários até o final deste mês. Ainda não há informações sobre quando uma versão estável será divulgada para todos os consumidores.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

De acordo com o The Guardian, NSA e outras agências de segurança no mundo, falharam ao comprometer a rede Tor

       
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         Segundo relatos do jornal britânico, o The Guardian, a agência de inteligência americana NSA e o serviço de inteligência da Inglaterra GCHQ, têm dedicado um tempo significativo e numerosos esforços para quebrar a criptografia da rede Tor. Isso tudo em vão e não obtendo sucesso algum em comprometer o sistema como um todo.

         O jornal obteve acesso a uma apresentação em que ambas as entidades, relatam e afirmam  que nunca serão capazes de descobrir a identidade de todos os usuários da rede Tor ao mesmo tempo. Mas de acordo com outras informações, as agências poderiam descobrir a identidade de uma fração muito pequena dos usuários, por meio de analise manual.

         O especialista em segurança Bruce Schneier descreve como a NSA tem explorado vulnerabilidades no Firefox para espionar alvos. Os documentos também descrevem outros métodos, como esse, que poderiam comprometer a privacidade dos usuários da rede Tor.

         O processo envolve o relacionamento da NSA com provedores de internet dos EUA e sugere que, mesmo que os usuários naveguem anonimamente, é possível obter "impressões digitais" que resultam numa conexão de rede. Assim a NSA, insere as informações, "impressões digitais" em seu banco de dados Xkeyscore, reunindo uma extensa faixa de conteúdo de internet e metadados a partir de alvos potenciais.

         Após cruzar as informações sobre os alvos e as conexões Tor, eles procuram uma maneira de comprometer outro software, em particular o Firefox, que é usado junto com o Tor. As agências de segurança se aproveitam do navegador desatualizado ou lançam um ataque de phising, para infectar a máquina do usuário e espioná-lo.

         Roger Dingledine, presidente do Tor, porém ressalta, é bem possível fixar em alguns usuários com exploits de navegador, mas se isso for feito em larga escala, será possível identificar a movimentação. Ou seja, a NSA  jamais vai conseguir vigiar todos em todos os lugares. A NSA terá que ser bem seletiva na hora de escolher quem vigiar.

         A espionagem também cogitou uma maneira de interromper a própria rede Tor. Com o intuito de descobrir se existe alguma maneira de dificultar o acesso dos usuários a mesma. O objetivo era criar um monte de nós, para tornar a rede bastante lenta, degradando com certeza a qualidade do serviço.

         Porém, de acordo com os documentos, as agências notaram que essa não seria uma opção viável, após explorar a estrutura de toda a rede. No comunicado, a rede Tor é forte o suficiente para sustentar as investidas das principais agências de segurança do mundo.