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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Anatel afirma que operadoras não participaram de esquema de espionagem norte-americana

         
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          João Batista Rezende, presidente da Anatel, declarou em uma sessão da CPI da espionagem no Senado, que as empresas de telecomunicações brasileiras não contribuíram com a espionagem norte-americana que atingiu companhias nacionais e a Presidente da República, Dilma Roussef. O presidente da Anatel explica que, de acordo com uma investigação dos contratos entre as teles brasileiras e norte-americanas, não constam indícios de que essas conexões tenham sido usadas para fins de espionagem.

          Mas de acordo com a Anatel, apenas uma operadora nacional fez auditoria interna em seus sistemas para procurar indícios de vazamentos de informações de clientes. Sendo que o nome da mesma não foi revelado. Nessa auditoria, nada foi encontrado que pudesse inferir a infiltração da NSA. Nessa operadora em questão.

          Rezende explicou ainda que é difícil, sem falar impossível para fazer uma investigação mais profunda e bem detalhada tecnicamente sobre as possibilidades de espionagem.

          "Não é possível identificar backdoors. Precisamos investir em tecnologia para isso e fazer um processo de investigação tão competente quanto a espionagem norte-americana". Comentou Rezende.

          A Anatel afirmou que não houve qualquer quebra de segurança nas redes das empresas de telecomunicação brasileiras nos últimos três anos e as tentativas para realização desse tipo de procedimento foram todas inibidas.



         Precisa uma nota para interar que os norte-americanos estão anos luz de distância da nossa competência em tecnologia nessa área. Espionaram e não deixaram rastros para a nossa idade da pedra.
         Citou bem o presidente da Anatel, investir em tecnologia, mas para isso, precisamos de professores com salários dignos, escolas com estrutura adequada, essa é uma sabedoria que todos os governos pagam caro, educação é o futuro de qualquer nação. Sinto muito.
           

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

EUA e Canadá espionaram o Ministério de Minas e Energia no Brasil, total desrespeito

       
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         Documentos vazados por Edward Snowden, ex- funcionário do Departamento de Defesa dos Estados Unidos ainda continuam escandalizando o mundo. E pelo visto ainda há de existir uma enxurrada de acusações por vir. E com o Brasil não foi diferente, graças aos documentos revelados, os EUA  mantinham forte esquema de espionagem no país.

          A espionagem norte americana não poupou nem a presidente Dilma e seus assessores, que tiveram ligações e emails investigados, assim como ocorreu com a Petrobrás.

          Mas o novo fato, revelado por Snowden, divulgado recentemente pela televisão é o fato de que os Estados Unidos e o Canadá, também espionaram o Ministério de Minas e Energia. Delicada situação.

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          Segundo o que foi informado pelas reportagens, os dois países trabalharam em cooperação para mapear as comunicações do ministério. Obtendo com isso sigilosas informações, com isso, puderam verificar quem falou com quem, como também locais e os momentos em que as ligações foram feitas. Os conteúdos das conversas seriam analisados depois.

          Também ficou constatado que as informações foram divididas com a Inglaterra, Austrália e Nova Zelândia. Além disso, os departamentos de defesa dos Estados Unidos e Canadá, tiveram acesso a ligações feitas entre o ministério e órgãos reguladores internacionais e até mesmo com a embaixada brasileira no Peru.

          Pode até parecer óbvio demais, mas há fortes indícios de que as informações obtidas com a espionagem norte americana no Ministério de Minas e Energia tenham sido passadas para o setor privado de ambos os países. Com um foco maior, voltado para o ramo de mineração do Canadá. São graves as acusações contra os governos que exigem a legitimidade.

          Em poucas palavras, as companhias que receberam informações privilegiadas, através de relatórios de espionagem podem com certeza ter vantagem em diversos tipos de negócio, como por exemplo, os leilões do pré-sal. Contudo, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou que os prováveis danos financeiros ainda não foram calculados.

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          Até o momento, nem os espiões dos Estados Unidos e nem do Canadá se pronunciaram sobre esse vazamento em específico. Porém os EUA, emitiu uma nota alegando que não compartilhou informações com corporações do setor privado e que está revendo suas ações de inteligência. Quem sabe eles vão colocar um pouco de ética, nessa atitude deplorável, a espionagem.


         É óbvio que as informações conseguidas no Brasil, foram sem dúvida contempladas com o setor privado. De repente o Brasil se tornou um alvo em potencial para a espionagem, principalmente pelos Estados Unidos e supostos aliados.
         Por acaso existe ética na espionagem, os corruptos agem dessa maneira e não é de hoje, só assim se mantém no poder por tanto tempo. Deveria existir leis internacionais contra essa atitude. Vocês ainda acreditam nas empresas que estão envolvidas nesse caso. Espionagem, falecia dos governos democráticos e legítimos. Essa é a nota da nossa equipe, desculpas pela veracidade dos fatos.

De acordo com o The Guardian, NSA e outras agências de segurança no mundo, falharam ao comprometer a rede Tor

       
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         Segundo relatos do jornal britânico, o The Guardian, a agência de inteligência americana NSA e o serviço de inteligência da Inglaterra GCHQ, têm dedicado um tempo significativo e numerosos esforços para quebrar a criptografia da rede Tor. Isso tudo em vão e não obtendo sucesso algum em comprometer o sistema como um todo.

         O jornal obteve acesso a uma apresentação em que ambas as entidades, relatam e afirmam  que nunca serão capazes de descobrir a identidade de todos os usuários da rede Tor ao mesmo tempo. Mas de acordo com outras informações, as agências poderiam descobrir a identidade de uma fração muito pequena dos usuários, por meio de analise manual.

         O especialista em segurança Bruce Schneier descreve como a NSA tem explorado vulnerabilidades no Firefox para espionar alvos. Os documentos também descrevem outros métodos, como esse, que poderiam comprometer a privacidade dos usuários da rede Tor.

         O processo envolve o relacionamento da NSA com provedores de internet dos EUA e sugere que, mesmo que os usuários naveguem anonimamente, é possível obter "impressões digitais" que resultam numa conexão de rede. Assim a NSA, insere as informações, "impressões digitais" em seu banco de dados Xkeyscore, reunindo uma extensa faixa de conteúdo de internet e metadados a partir de alvos potenciais.

         Após cruzar as informações sobre os alvos e as conexões Tor, eles procuram uma maneira de comprometer outro software, em particular o Firefox, que é usado junto com o Tor. As agências de segurança se aproveitam do navegador desatualizado ou lançam um ataque de phising, para infectar a máquina do usuário e espioná-lo.

         Roger Dingledine, presidente do Tor, porém ressalta, é bem possível fixar em alguns usuários com exploits de navegador, mas se isso for feito em larga escala, será possível identificar a movimentação. Ou seja, a NSA  jamais vai conseguir vigiar todos em todos os lugares. A NSA terá que ser bem seletiva na hora de escolher quem vigiar.

         A espionagem também cogitou uma maneira de interromper a própria rede Tor. Com o intuito de descobrir se existe alguma maneira de dificultar o acesso dos usuários a mesma. O objetivo era criar um monte de nós, para tornar a rede bastante lenta, degradando com certeza a qualidade do serviço.

         Porém, de acordo com os documentos, as agências notaram que essa não seria uma opção viável, após explorar a estrutura de toda a rede. No comunicado, a rede Tor é forte o suficiente para sustentar as investidas das principais agências de segurança do mundo.  

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Anonymous acusa Apple de colaborar com a NSA, através do iPhone 5S

         
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             O Grupo Anonymous em um comunicado contundente e através de um vídeo compartilhado na rede, acusa o sensor biométrico do iPhone 5S, da Apple, de armazenar impressões digitais e enviá-las diretamente para a CIA e a NSA, a agência de segurança nacional dos Estados Unidos, recentemente envolvida em uma série de escândalos de espionagem mundial.

            O grupo acusa a Apple de montar uma parceria com as agências governamentais ao fornecer uma série de possibilidades de identificação de consumidores, incluindo reconhecimento facial, vocal e agora biométrico.

            O banco de dados seria armazenado para uso doméstico ( comparar esses dados com informações de cartão de crédito), por exemplo, ou militar e compartilhado com aliados dos Estados Unidos.

            Segundo o anonymous, o FBI já estaria trabalhando nesse novo banco de dados armazenados em seu sistema sob o título "FBI: Next Generation Indentification", revelando uma forte conexão entre a Apple e o governo norte-americano.

            De acordo com documentos obtidos e liberados pelo Anonymous, a Authen Tec, responsável pelo sistema de identificação por impressões digitais do iPhone 5S, teria "fortes ligações com as corruptas e poderosas figuras de departamento de defesa e comunidades de inteligência".

            O grupo ainda acusa a Apple de ter recebido benefícios para ser a única empresa capaz de comprar a companhia.



            Após esse estrondoso escândalo de espionagem por parte dos Estados Unidos, ninguém está mais seguro, todos nós sim, esses eventos nos deixam preocupados, aonde você for estará sendo rastreado, não importa sua importância. E os dados domésticos que podem ser vendidos pelos corruptos  de departamento de defesa. O mundo já não está mais seguro. Empresas prestes a fechar negócios, podem ter seus dados revelados aos concorrentes, são tantas as possibilidades de depuração. Fiquem mais atentos com o que a tecnologia e as grandes corporações lhes oferecem, nada é de graça, nem a sua privacidade.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Grandes conglomerados exigem mais transparência por parte dos espiões do FBI e da NSA

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             Companhias como: Google, Apple, Facebook, Yahoo, Microsoft e diversas alianças comerciais, assinou uma carta que exige que o governo dos Estados Unidos crie leis para tornar mais transparentes as atividades do FBI  e da NSA.

             A exigência é de que o Congresso americano aprove o quanto antes o "Surveillance Transparency Act", redigido no mesmo ano.

             Ambas as leis, apresentadas de início, em agosto, dão as companhias de internet mais opções em relação aos pedidos enviados por agências governamentais. Da mesma maneira que as companhias citadas, uniram-se ao pedido a Software Alliance e a Internet Association, que figuram entre seus membros as maiores empresas de tecnologia do mundo.

             Mas o que é mais surpreendente nisso tudo, é o fato de que muitos dos nomes envolvidos no protesto são os mesmos acusados de participar ativamente para o plano de vigilância do PRISM. Apple, Google, Yahoo e Microsoft possuem processos pendentes contra o governo dos Estados Unidos, nos quais as mesmas argumentam que foram impedidas de fornecer informações a seus usuários e se viram coagidas a divulgar ao governo americano dados confidenciais.

             Uma das exigências das companhias está na publicação de dados mais precisos em relação aos pedidos de acesso governamentais.

             Vale lembrar, caso as leis sejam aprovadas, as mesmas dão força às acusações legais feitas pelas companhias, que se dizem forçadas a cooperar com a NSA  e o FBI.
  
             

             O mundo é um tremendo caos, certos governos semeam a desordem, assim fica bem mais fácil conquistar. Como proteger o cidadão, vigiando o mesmo? Confiar em quem, no governo dos Estados Unidos, que recentemente com sua crise financeira quase quebra o planeta inteiro? Pessoas mal intencionadas, utilizam outros meios para obter informações, todos sabem disso, o interesse com certeza é a espionagem econômica, já que a cultura norte-americana está perdendo interesse no mundo inteiro, os Estados Unidos já não tem mais o respeito de outrora.  De acordo com a história, todos os Impérios desmoronam um dia.  E as mesmas companhias oferecem dados na nuvem, email gratuito e outros apps afora, como confiar...
             Desculpas pela minha ignorância, mas confiar nos espiões é muita inteligência e pedir transparência então...

sábado, 7 de setembro de 2013

Como ficam as relações entre Brasil e Estados Unidos, após a espionagem internacional

           
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             Recentemente os Estados Unidos teve que dar explicações a vários chefes de estado por suposta e comprovada espionagem mundial, não poupando nem os próprios aliados. O Departamento de Defesa dos Estados Unidos deixou um rastro difícil de engolir, expôs por completo o tratamento que o Tio Sam, oferece até a seus aliados, desrespeito pela tal da democracia, que eles tanto pregam mundo afora, e não preciso explicar o sonho americano de liberdade.

             O Governo dos Estados Unidos, mantém em seus arquivos, uma vasta quantidade de informações sobre diversos atos de pessoas e sites mundo afora, não importando integridade e idoneidade dos cidadãos, ou seja, a partir de agora o Tio Sam vai tomar conta de todos nós, como se fossemos bebês.

             De acordo com a defesa dos Estados Unidos, eles tem que se precaver contra o resto do mundo. Já não chega a influência norte-americana, imposta goela a baixo.

             No momento a situação é bem delicada para as autoridades norte-americanas, ainda não houve uma explicação convincente sobre o assunto, os Estados Unidos violaram normas de privacidade, logo eles que defendem tanto os direitos humanos e o respeito entre as pessoas. Mas aqui entre nós, esta espionagem já vem a bastante tempo, o problema ou solução é que veio a tona, chegando a máquina brasileira.

             Os Estados Unidos só são potencia mundial através deste método que para eles é normal, a espionagem mundial, do contrário não teriam competência para uma disputa honesta.

             Mas o mais importante para nós é que, de acordo com veículos de informação brasileiros e por documentos norte-americanos, os Estados Unidos, um dos maiores parceiros econômicos do Brasil, obteve acesso às conversas da presidente Dilma Rousseff com seus assessores, levando a crer que eles encontraram informações sigilosas e importantes sobre o país.

             Uma investigação como essa não pode ter explicação alguma e nem faz sentido em uma democracia como o Brasil, o que pode levar simplesmente a uma questão, os interesses são exclusivamente econômicos por parte do nosso suposto aliado, os Estados Unidos.

             A primeira providência por parte do Brasil, já tomada, entra no campo da diplomacia, com uma convincente explicação por parte dos norte-americanos.

             Já outro político brasileiro foi bem mais contundente, é o ex presidente Luis Inácio Lula da Silva. Ele afirmou que nenhum país pediu proteção para os Estados Unidos e que a diplomacia não é o caminho correto, já que a espionagem não é diplomática. Exigindo também uma retratação, humildemente por parte de Obama.

             Por outro lado, o Brasil já toma medidas mais práticas, e começa a agir de maneira mais operacional. Uma das prioridades do momento é aumentar a segurança das comunicações, que no momento está utilizando um cabo de fibra óptica próprio para se comunicar com os países vizinhos e estimulando o uso de plataformas de email seguras.

             Porém uma das maiores dificuldades enfrentadas pelo Brasil é que os novos aparelhos de comunicação custam caro e não dão a certeza se as informações estão seguras, já que os Estados Unidos contam com técnicas de espionagem bastante avançadas no momento. E por ouro lado o Brasil não participa de um conflito armado a pelo menos 100 anos.

             Consequentemente representantes da Google disseram que a companhia não participou e nem se envolveu em programas de espionagem e que não pretende entrar na discussão entre Brasil e Estados Unidos.

             E o que podemos concluir com esse episódio é que as relações entre ambos os países está profundamente abalada, principalmente pelo Governo brasileiro e com total razão.



            Não precisa de muito conhecimento para ver que os norte-americanos, espionam o mundo a um bom tempo, só assim podem dominar e ser potencia mundial. Desrespeitam o que eles mais pregam, liberdade, direitos humanos, isso de acordo com o que dizem defender.
            A espionagem é de uma falta de competência para tomar decisões seguras e concisas. Desrespeito é o que pregam agora.